A paróquia N.Sra.Auxiliadora foi confiada aos Salesianos a partir de 1958, ao lado de um Colégio Salesiano e do Oratório. È uma paróquia de cunho urbano. Se distingue por uma grande devoção a N. Sra. Auxiliadora (possui um dos maiores e mais organizados grupos de ADMA) e pelo atendimento a uma população de classe médio-baixa.
Um salesiano é encarregado a tempo pleno, ajudado pelos outros três da comunidade.
Confiada aos salesianos da Inspetoria de Verona (Itália) em 1978. Compreende 4 municípios (Areia Branca 23.000 hab, Grossos 8.000 hab, Tibau 6.000 hab, Serra do Mel 9.000 hab), com 50 capelas.
Nestes anos foram construídos 3 centros juvenis, varias capelas rurais, centros comunitários, escola especial, escola agrícola (agora Fazenda da Esperança). Integrada na inspetoria do nordeste, é animada hoje por 3 salesianos sacerdotes e um tirocinante, completamente dedicados ao serviço pastoral e juvenil.
Em 1958 os salesianos construíram um aspirantado em Carpina, no interior do Pernambuco, e depois de 10 anos receberam o pastoreio da única Paróquia da cidade. Nestes últimos dois anos foi sub-dividida em quatro paróquias.
Dois salesianos trabalham a tempo pleno, mas outros três, que atuam mais no colégio e no aspirantado, prestam serviço na paróquia. Várias obras sociais (creche, cursos, oratório...) contam com o apoio e a assistência da paróquia.
A Paróquia nasceu ao lado do Colégio salesiano ‘Dom Bosco’ e foi entregue aos salesianos desde a sua criação (1939). Abrange uma população de 40.000 habitantes, num só bairro da cidade.
Desde o ano 2000, funciona uma rádio, no território da paróquia, que agora tornou-se rádio educativa ‘Dom Bosco’, veículo de evangelização e comunicação mais expressivo da paróquia e do colégio.
Os 5 salesianos da Comunidade trabalham indistintamente na Paróquia e no Colégio. O povo que é atendido é formado de adultos e de grupos organizados.
Situada na grande Recife, é uma das maiores paróquias da Inspetoria, confiada aos salesianos desde 1971. Abrange quase 100.000 habitantes, numa região entre o canavial em crise e a cidade que se expande. O grande desafio é a presença de inúmeras igrejas evangélicas e seitas. Além de várias capelas na periferia e nos engenhos, dentro da paróquia atuam duas presenças salesianas significativas: o Centro educacional ‘Dom Bosco’ (oratório festivo, escola primária e cursos profissionalizantes) e a Basílica de N. Sra. Auxiliadora, junto à casa de espiritualidade e o Noviciado Salesiano. Dois salesianos atuam no trabalho pastoral a tempo pleno.
Construída e animada pelos salesianos desde 1975, a paróquia caracteriza-se por estar situada numa cidade de grandes romarias pelo ‘fenômeno’ Pe. Cícero Romão Batista. Situada no centro da cidade e ao lado de um colégio salesiano, que funciona desde 1939, a paróquia tem uma grande influência na cidade, também pela presença de uma rádio educativa, muito ouvida na cidade e no interior. A paróquia se caracteriza pela organização dos grupos e pela intensa vivência litúrgica.
Três salesianos trabalham a tempo integral na animação pastoral da paróquia e no atendimento aos romeiros (que chegam a 100.000 pessoas nas grandes romarias).
Em 1982, à pedido do Ordinário da Arquidiocese de Maceió, a Inspetoria de Verona (Itália) começou a enviar alguns salesianos para trabalhar em várias paróquias, no interior da Alagoas, região pobre e explorada pelos latifundiários da cana de açúcar. Na cidade de Matriz (18.000 hab), com o apoio do VIS (voluntariado internacional pelo desenvolvimento), foi construído em 1992 um grande Centro Juvenil, que funciona diariamente para crianças e jovens. A presença salesiana deu um novo rosto à catequese e à pastoral juvenil.
Atualmente um sacerdote salesiano, auxiliado por dois jovens voluntários vocacionados, atende duas paróquias, alem de várias capelas disseminadas na redondeza.
Num enorme bairro-dormitório (70.000 hab), em 1990 foi fundada a paróquia S. João Bosco, em conjunto com um Centro Educacional Salesiano, para cursos profissionalizantes. Assumindo sempre mais a função de animação, a paróquia conseguiu organizar sempre melhor as pastorais e os grupos, além de uma ação social significativa, junto às várias comunidades.
Ultimamente, sendo a paróquia muito vasta, foi subdividida. Um salesiano trabalha a tempo integral, enquanto os outros ajudam no tempo disponível.
Fundada em 1967, entre o Instituto Salesiano de Filosofia e a Escola Dom Bosco de Artes e Ofícios, a Paróquia Dom Bosco atende à periferia da Cidade, abrangendo três bairros pobres, com uma população que vai além dos 50.000 moradores. A Paróquia está dividida em 10 áreas pastorais, com um centro comunitário em cada área; tem 2 capelas e várias escolas comunitárias (alfabetização).
Distingue-se pelo número significativo de liderança, de grupos de jovens, favorecidos pela presença dos salesianos em formação.
Além destas Paróquias, três grandes Santuários pertencem à nossa Inspetoria:
1. Quanto a Paróquia- Comunidade
2. Quanto à Missão e à Evangelização
3. Quanto à Formação e à Catequese
4. Quanto à Liturgia e aos Sacramentos
5. Quanto à Prioridade pelos Jovens
6. Quanto à Humanização e à Promoção Humana
- Atenção especial às escolinhas, creches...
- Acompanhamento da Pastoral da Criança;
- Incentivo a cursos profissionalizantes e de artesanato;
- Atuação na Pastoral do Idoso e na Pastoral da Saúde.
7. Quanto ao Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso
- Tentativas de aproximação com algumas lideranças de igrejas cristãs.
- Algumas celebrações ecumênicas (formaturas, semana de Oração pela Unidade dos Cristãos...).
1. Quanto à Paróquia- Comunidade
- Onde existem os Oratórios, eles têm projeto (se tiver...) independente da Paróquia, e vice-versa.
- Às vezes o Diretor, não assume a sua responsabilidade com o Conselho Pastoral.
- Os animadores paroquiais, que compõem a Assembléia, estão ainda longe de adquirir o conhecimento do que seja uma CEP e a consciência dos compromissos ligados à sua participação.
- Mais de que um Projeto Unitário, existe um calendário...
2. Quanto à Missão e à Evangelização
- Os grupos eclesiais são poucos e não eficientes para levar adiante significativamente a tarefa da evangelização;
- Falta uma metodologia segura de evangelização: não sabemos harmonizar os aspectos tradicionais com os contemporâneos;
- Na vivência cristã, prevalece uma espiritualidade desencarnada;
- A devoção mariana e as outras necessitam de maior conteúdo bíblico e teológico;
- Ainda não foi assumido o PEPS das paróquias.
3. Quanto à Formação e à Catequese
Quanto à formação em geral:
- A formação para os diferentes serviços paroquiais não está sendo prevista organicamente pela paróquia (atualmente fica dependendo da iniciativa particular de alguns fiéis).
- Mais em geral a formação dos leigos é feita dependendo do surgimento de problemas e dificuldades na animação de algum setor.
Quanto à Catequese:
- A preocupação, em geral, fica na preparação aos Sacramentos.
- Não é planejado um itinerário de educação das crianças, dos jovens e dos adultos à fé nas suas fases de amadurecimento (desconhecimento da grande contribuição do CG23).
- A catequese organizada de adultos existe só para grupos restritos, mas não é prevista para os fiéis em geral.
4. Quanto à Liturgia e aos Sacramentos
- São limitadas as experiências práticas de educação à oração e à celebração litúrgica
- A celebração da Reconciliação está carente de ação catequética
- As equipes de Liturgia, trabalham prevalentemente os aspectos periféricos, às vezes até à saturação, e não atingem a alma da liturgia.
- A experiência do Batismo não consegue passar de um ato tradicional para a maior parte dos fiéis.
- Relativismo ético (as pessoas não têm ponto de referência ética).
5. Quanto à Prioridade pelos Jovens
- Existe falta de integração entre a pastoral juvenil e a dos adultos.
- A pastoral da juventude dá espaço excessivo ao aspecto lúdico e celebrativo.
- Faltam salesianos preparados para dinâmicas de grupos.
- Não sabemos dar oportunidades de engajamento e acompanhamento dos jovens, num serviço apostólico ou humanitário (voluntariado).
- São oferecidas raramente aos jovens experiências mais marcantes do ponto de vista pessoal ou de grupo que vão além das reuniões ou das festas dos mesmos.
- Na Pastoral juvenil das nossas paróquias não se concretiza o caminho da espiritualidade proposta pelo CG23.
6. Quanto à Humanização e à Promoção Humana
- As paróquias não dispõem do serviço de pessoas formadas nas ciências do homem, portanto o serviço feito neste campo é muito ‘de amador’.
- Várias intervenções de assistência e de promoção humana, que se encontram nas nossas paróquias, dependem da iniciativa e da solidariedade internacionais mais de que de um projeto consciente da comunidade local.
- A cooperação das equipes paroquiais com os organismos locais (associações, conselhos, ONGs, etc.) é pouco organizada.
- Não se procede em forma de projetos para realização dos vários serviços, e sim, mais em formas ocasionais, respondendo a urgências imediatas.
- A educação sócio-política enfraqueceu muito nas nossas paróquias.
7. Quanto ao Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso
- Esta dimensão ainda não chegou positivamente à consciência das Comunidades Paroquiais.
- Existe um grande desconforto com relação a este assunto, uma mistura de insegurança, desconfiança e medo.
- Despreparo, dos fiéis das nossas comunidades, para este assunto.
Dentro da Pastoral Juvenil Inspetorial existe uma ‘Comissão das Paróquias’, cujo objetivo é acompanhar a concretização do PEPS inspetorial e a realização de um encontro anual para os párocos e alguns leigos engajados das nossas paróquias.
Nota-se ainda bastante separação entre as paróquias, favorecido pelas distâncias geográficas, mas alimentado sobretudo por uma mentalidade individualista dos salesianos que atuam nas paróquias.
A Inspetoria está tentando reverter aos poucos esta atitude pastoral, para que as paróquias adquirem a feição salesiana de comunhão e participação.
Pe. Francisco Cibin, encarregado da Comissão Paróquias
Pe. Luiz De Liberali, delegado da Pastoral Juvenil
Inspetoria Salesiana do Nordeste do Brasil
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