O manual quer orientar o coordenador de pastoral e as várias equipes de animação no cumprimento de sua missão, particularmente quando inicia seu serviço, para não se perder em meio às diversas atividades e serviços que lhe pedem e, além disso, para favorecer a continuidade no momento da substituição das pessoas. (Cf. Pe. Antonio Doménech, Manual de Relações e Funções do Delegado Para a Pastoral Juvenil, Dicastério Pastoral Juvenil, Quito-Equador, 2008).
O coordenador de pastoral é “uma testemunha que vive os valores que pretende comunicar, que fez próprias as atitudes e objetivos com que deseja animar os outros. Por isso, é muito importante que o manual apresente como primeiro ponto esse cuidado com a própria pessoa, com a vida espiritual e a formação pastoral do coordenador de pastoral. Às vezes, a urgência das tarefas pode arrastá-lo a um ativismo que pouco a pouco o esgota física e psicologicamente, levando-o a cumprir sua missão com superficialidade. (Cf. Idem).
“De fato, as linhas determinadas pelo CG26, recolhidas pela Programação da Animação e do Governo do Reitor Mor com seu Conselho (Cf. ACG, 402), constituem a referência operacional que indica o caminho da Congregação para este sexênio 2008-2014. Neste sentido, este manual quer ser “um convite: retornar a Cristo, com Dom Bosco, e voltar a encontrar-nos com os jovens. Este é o testemunho vibrante que se pede ao coordenador de pastoral para que o comunique a seus irmãos de Congregação e aos leigos comprometidos com a animação inspetorial e local. (Cf. Pe. Fábio Attad, Idem).
O manual tem como finalidade aperfeiçoar a qualidade do serviço de animação da Pastoral Juvenil na Inspetoria e nas Comunidades Locais. Este, deseja conduzir as várias equipes a uma melhor compreensão sobre os vários serviços de animação pastoral da Inspetoria.
Desta forma, desejamos iniciar uma caminhada mais integrada com as várias frentes e forças, tendo sempre o jovem como centro de toda nossa ação e animação pastoral. Como sabemos, Dom Bosco “não deu passos, não pronunciou palavras, nada empreendeu que não visasse à salvação da juventude... Realmente tinha no peito tão somente as almas”. (Don Rua, L 24.8.1894. In: Const. 21,